segunda-feira, novembro 13, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
Mas atenção! Há uma excepção nesta contenda!
A tanga fica irremediavelmente atrás do fio dental se este último for acompanhado de boxer curtinho, de renda. Aí, meus amigos, nem há contraditório que valha, sentença sem apelo nem agravo a favor do fio dental e que venha a paródia!

Esta foto não mostra na perfeição o que eu quis dizer, mas a bem da vida conjugal de todos os homens que têm máquinas fotográficas digitais e acesso à Internet acho muito bem que não tenha encontrado melhor do que isto para partilhar convosco...

Esta foto não mostra na perfeição o que eu quis dizer, mas a bem da vida conjugal de todos os homens que têm máquinas fotográficas digitais e acesso à Internet acho muito bem que não tenha encontrado melhor do que isto para partilhar convosco...
Tanga ou fio dental?
A questão impõe-se. Se eu tiver que escolher, provavelmente vou para a tanga. A diferença entre a tanga e o fio dental (e note-se que fui esclarecido sobre isto por uma mulher que trabalhou numa loja de lingerie) é simples: enquanto que o fio dental tem como parte de trás um filamento perpendicular ao elástico que assenta na anca, a tanga adorna o ponto de contacto com um triângulo de tecido. Posto isto, considero muito mais elegante a tanga do que o simples fio. Excepção feita a uma situação, mas já lá vamos. Para ilustrar a beleza da tanga, uma rapariga que ganhou repetidas vezes votações de "o melhor rabo do Mundo" ou "o melhor rabo da Internet" em sites pouco recomendáveis. Apresento a todos Keyra Agustina, a fazer pender as balanças (e não só) de todo o mundo para as tangas.

A instituição que é a tanga, aqui enformada por um par de calças bem justas e bem brancas, bem transparentes e... bem à sopeira, não é...

Bem, isto é claramente um equívoco porque não elucida nada que interesse especialmente. Não mostra tanga, portanto esta foto é lixo, é escusada. Mas agora já está, já está!

Finalmente, aqui está, em toda a sua glória, uma valente tranc... tanga!

A instituição que é a tanga, aqui enformada por um par de calças bem justas e bem brancas, bem transparentes e... bem à sopeira, não é...

Bem, isto é claramente um equívoco porque não elucida nada que interesse especialmente. Não mostra tanga, portanto esta foto é lixo, é escusada. Mas agora já está, já está!

Finalmente, aqui está, em toda a sua glória, uma valente tranc... tanga!
Vício G
Para variar, um vício de roupa desde que envergada por uma mulher de boas formas. Apresentando o famoso g-string, também conhecido entre nós como fio dental. A título de curiosidade, o "outro" fio dental, instrumento de higiene oral recomendado sempre pelos dentistas, começa a ser chamado por essa classe de trabalhadores de fio dentário. Suspeito que já deve ter havido pessoas que, confrontadas com a frase "recomendo que use fio dental", tenham respondido, "eu já uso, Sr. Dr., e o meu marido gosta muito". Ou então "passe um fio dental entre os dentes 3 vezes por semana", cuja resposta poderia ter sido "eu bem queria, mas a minha mulher só usa tanga". Por falar nisso...
...bem, antes fiquem lá com um exemplo, para que percebam do que falo.
...bem, antes fiquem lá com um exemplo, para que percebam do que falo.
domingo, setembro 03, 2006
Vício de leitura

Em edição portuguesa, eis o que tem ocupado os meus tempos mortos, serões, tardes, ou simplesmente momentos em que apeteça ler.
Ainda longe de o terminar, deixo apenas a recomendação a todos quantos se interessam pelo crime organizado (na perspectiva meramente académica, claro). Não posso fazer ainda uma crítica completa, mas adianto que é uma obra bastante completa e abrangente, escrita de um modo fundamentado e inteligente o suficiente para agarrar o leitor. O que, confesso, acho sublime para uma obra que se quer como documento histórico, quase um estudo.
Nota negativa para os gravíssimos erros de tradução, prática infelizmente comum nos dias que correm.
Ando ainda a ler outro livro, que compartilharei brevemente. Até lá, fica esta sugestão.
terça-feira, agosto 22, 2006
BioHazard Love
Um grande vício que tenho, mas que de perfeito não tem nada a não ser a dilaceração da alma em pedaços efémeros de dor.
Esse meu vício é ser um mártir amoroso, como uma estátua de gelo que é beijada por uma harpia com os lábios pejados de um sangue quente e putrefacto.
Esse meu vício é ser um mártir amoroso, como uma estátua de gelo que é beijada por uma harpia com os lábios pejados de um sangue quente e putrefacto.
sábado, julho 22, 2006
Alto dos Vendavais

Depois de acabadas as provas escritas na faculdade deparei-me com alguns dias de férias inesperados. Descobri, perdido pelo quarto, este livro que já fez bastante tempo que o comprei despreocupadamente, talvez pelo ímpeto consumista, ou então para aproveitar uma das famosas promoções da FNAC. Iniciei a leitura com pouco esforço, tendo em conta a minha inclinação para os romances históricos. No verso da moderna edição escreveu-se qualquer coisa como "adaptado ao cinema em 1939", "fantásticas interpretações de Lawrence Olivier e Merle Oberon", "uma das mais belas histórias de amor jamais escritas".
Não sou exactamente um perdido por histórias de amor, o meu campo é mais a tragédia, ainda assim a leitura arrastava-me para altas horas da madrugada e era no limite da minha viseira cansada que pousava o volume na cabeceira. Não digo que seja das obras mais bem escritas que já li, gramaticamente não lhe aponto falhas, a diversidade do vocabulário é característica dos romances do século XIX, a sua riqueza é deslumbrante. O defeito que aponto é na credibilidade do discurso nas personagens, não parece autêntico, a não ser que se entenda a obra como uma peça dramática em que os intérpretes exaltam tudo aquilo que lhes vai no coração. Não é exactamente uma falha técnica, é mais uma nuance no estilo da autora, quando escolhe atribuir discursivamente a maturidade de um adulto educado, a uma criança provinciana ou a mesma eloquência das classes nobres a uma criada.
É deveras uma obra recomendável, pela história que nos prende intensivamente até ao termo das nossas forças, pelas personagens que irradiam deliciosamente a sua personalidade, pelas sugestões ao sobrenatural que conferem um carácter épico ao romance. É um dos tais livros que leva o leitor a visualizar, como se de um filme se tratasse.
Não sou exactamente um perdido por histórias de amor, o meu campo é mais a tragédia, ainda assim a leitura arrastava-me para altas horas da madrugada e era no limite da minha viseira cansada que pousava o volume na cabeceira. Não digo que seja das obras mais bem escritas que já li, gramaticamente não lhe aponto falhas, a diversidade do vocabulário é característica dos romances do século XIX, a sua riqueza é deslumbrante. O defeito que aponto é na credibilidade do discurso nas personagens, não parece autêntico, a não ser que se entenda a obra como uma peça dramática em que os intérpretes exaltam tudo aquilo que lhes vai no coração. Não é exactamente uma falha técnica, é mais uma nuance no estilo da autora, quando escolhe atribuir discursivamente a maturidade de um adulto educado, a uma criança provinciana ou a mesma eloquência das classes nobres a uma criada.
É deveras uma obra recomendável, pela história que nos prende intensivamente até ao termo das nossas forças, pelas personagens que irradiam deliciosamente a sua personalidade, pelas sugestões ao sobrenatural que conferem um carácter épico ao romance. É um dos tais livros que leva o leitor a visualizar, como se de um filme se tratasse.
sexta-feira, julho 07, 2006
Pinguins got to watch out for those monkey's...

Banda sensacional que tem ocupado maior parte do meu tempo ao nível da música.
Rock Britânico no seu melhor, e enquanto muitos os comparam com outras bandas de sonoridades idênticas, eu digo claramente que na minha opinião estes rapazes têm um som muito próprio.
Podem ouvir aqui uns samples.
segunda-feira, junho 26, 2006
RAMEDOWN A SER LANÇADO EM DVD...
Depois de uma insistência cerrada do trinca bidés do Gonçalo decidi fazer uma fábula em volta de uma noite de Ramedown, o derradeiro jogo de mesa.
Não vos posso explicar as regras senão estou logo a emborcar com um formidável copo de vinhaça frutada, para os leigos sangria, com o teor alcoólico de uma bola de chamas numa gasolineira.
Como já deu para perceber é um jogo que envolve bebida e destreza, assim como por lógica quântica envolve estudantes universitários, os vorazes defensores da boa pinga.
Por associação lógica, ou mesmo por puro hábito empírico, conseguem adivinhar o que acontece após umas boas horas de jogo e uns quantos litros de tão encorpado e charmoso néctar tomba cavalos.
Mesmo que tenham em ideia o que acontece vou relatar os acontecimentos como bom sacana que sou e enxovalhar alguns dos presentes nessa noite de terror e pânico.
Além de agradecer aos anfitriões por nos terem proporcionado um magnífico jantar e excelentes condições para o jogo, além de um curto estágio na mais conceituada taberna local para efeitos de treinos com bola e meia bola de diversas bebidas, quero também enaltecer a coragem de todos os participantes nesse evento eclético e de cariz viril, num verdadeiro atentado à saúde.
Deixo aqui então em vez de uma fábula, a ficha de jogo e um breve relato.
Local: Arruda dos Vinhos (até o nome enaltece o cariz do jogo)
Estádio: Casal do Rijo
Jogadores: Rijaço; Telmitão; Miki; Zé Né; Zé Pedro; Gonçalo; Pedro
Remates à baliza: acima dos 17 litros (impossível precisar)
Percentagem de passes falhados: 8% (desperdiçou-se muito pouco)
Posse de bola: Gonçalo teve pelo menos 40% e o Nélio uns 30% e o resto distribuído.
Faltas: Zé Né dominou neste campo assim como Gonçalo e um ligeiro aparato de Miki
Foras de Jogo: pelo menos uns 5 ou 6 para o Telmo
Cartões Amarelos: Miki acumulou dois cartões e respectivo cartão vermelho, assim como o Zé Pedro e o Gonçalo
Cartões Vermelhos: Por acumulação de amarelos para Miki, Zé Pedro e Gonçalo, cartão vermelho directo para Zé Né com respectivo capotanço.
-Jogo claramente disputado com o controlo do jogo a ser levado pelos homens da casa Rijaço e Telmitão, Pedro jogou seguro e aguentou bem o jogo.
Gonçalo abriu o jogo claramente ao ataque apostado em facturar, pelo que meteu uns golaços de belo efeito.
Miki foi um jogador controlado mas devido ao seu estado depois de uma fase de entradas duras quebrou um pouco no rendimento e deixou-se apagar sem grande aparato.
Zé Pedro foi um jogador que protestou muito durante o jogo tendo sido sancionado por tal motivo, a sua fraca bexiga e incompreensão dos colegas de equipa levou com que este no fim do jogo fosse um jogador em claro sub rendimento ficando com lesões graves e duradouras.
Zé Né foi a estrela da companhia, produzindo um bom jogo sem dar de si, a certa altura deixou levar no individualismo e começou a ficar muito agarrado à bola abusando do consumo desta, a certa altura foi levado a jogar sozinho por táctica da equipa técnica, já fustigado por um jogo intenso, Zé Né perde a cabeça e leva expulsão directa com respectivo KO, estatelando-se no banco de suplentes com um claramente apagado.
Ao fim de contas foi um bom jogo, com pena de terem faltado alguns jogadores habituais por sofrerem de uma patologia a que denominam de coninhas.
Quanto ao resultado, foi um empate para uns, e uma goleada para outros, mas todos saíram satisfeitos com a boa prestação em jogo.
Não vos posso explicar as regras senão estou logo a emborcar com um formidável copo de vinhaça frutada, para os leigos sangria, com o teor alcoólico de uma bola de chamas numa gasolineira.
Como já deu para perceber é um jogo que envolve bebida e destreza, assim como por lógica quântica envolve estudantes universitários, os vorazes defensores da boa pinga.
Por associação lógica, ou mesmo por puro hábito empírico, conseguem adivinhar o que acontece após umas boas horas de jogo e uns quantos litros de tão encorpado e charmoso néctar tomba cavalos.
Mesmo que tenham em ideia o que acontece vou relatar os acontecimentos como bom sacana que sou e enxovalhar alguns dos presentes nessa noite de terror e pânico.
Além de agradecer aos anfitriões por nos terem proporcionado um magnífico jantar e excelentes condições para o jogo, além de um curto estágio na mais conceituada taberna local para efeitos de treinos com bola e meia bola de diversas bebidas, quero também enaltecer a coragem de todos os participantes nesse evento eclético e de cariz viril, num verdadeiro atentado à saúde.
Deixo aqui então em vez de uma fábula, a ficha de jogo e um breve relato.
Local: Arruda dos Vinhos (até o nome enaltece o cariz do jogo)
Estádio: Casal do Rijo
Jogadores: Rijaço; Telmitão; Miki; Zé Né; Zé Pedro; Gonçalo; Pedro
Remates à baliza: acima dos 17 litros (impossível precisar)
Percentagem de passes falhados: 8% (desperdiçou-se muito pouco)
Posse de bola: Gonçalo teve pelo menos 40% e o Nélio uns 30% e o resto distribuído.
Faltas: Zé Né dominou neste campo assim como Gonçalo e um ligeiro aparato de Miki
Foras de Jogo: pelo menos uns 5 ou 6 para o Telmo
Cartões Amarelos: Miki acumulou dois cartões e respectivo cartão vermelho, assim como o Zé Pedro e o Gonçalo
Cartões Vermelhos: Por acumulação de amarelos para Miki, Zé Pedro e Gonçalo, cartão vermelho directo para Zé Né com respectivo capotanço.
-Jogo claramente disputado com o controlo do jogo a ser levado pelos homens da casa Rijaço e Telmitão, Pedro jogou seguro e aguentou bem o jogo.
Gonçalo abriu o jogo claramente ao ataque apostado em facturar, pelo que meteu uns golaços de belo efeito.
Miki foi um jogador controlado mas devido ao seu estado depois de uma fase de entradas duras quebrou um pouco no rendimento e deixou-se apagar sem grande aparato.
Zé Pedro foi um jogador que protestou muito durante o jogo tendo sido sancionado por tal motivo, a sua fraca bexiga e incompreensão dos colegas de equipa levou com que este no fim do jogo fosse um jogador em claro sub rendimento ficando com lesões graves e duradouras.
Zé Né foi a estrela da companhia, produzindo um bom jogo sem dar de si, a certa altura deixou levar no individualismo e começou a ficar muito agarrado à bola abusando do consumo desta, a certa altura foi levado a jogar sozinho por táctica da equipa técnica, já fustigado por um jogo intenso, Zé Né perde a cabeça e leva expulsão directa com respectivo KO, estatelando-se no banco de suplentes com um claramente apagado.
Ao fim de contas foi um bom jogo, com pena de terem faltado alguns jogadores habituais por sofrerem de uma patologia a que denominam de coninhas.
Quanto ao resultado, foi um empate para uns, e uma goleada para outros, mas todos saíram satisfeitos com a boa prestação em jogo.
quarta-feira, junho 21, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
Progville: Vizela

É exactamente quando penso que este país já não pode surpreender, quer seja pelo atraso estrutural e financeiro em relação ao resto da Europa ou quer até pela cultura auto-degenarativa que apresentamos, é aí que cai a bomba. Confesso que neste momento o mais sólido dos meus pensamentos é um vago suspiro de incredibilidade, posto isto, o assunto: música bem feita; o lugar: Vizela; o preço: à borla.
É verdade pessoal, neste verão é esta pequena cidade minhota, parte do triângulo: Guimarães, Felgueiras, Vizela; que tomou de iniciativa trazer a Portugal algumas das mais aclamadas bandas do circuito underground de rock progressivo. Para quem olha com desconfiança para este post (o Zica deve estar a esboçar um sorriso trocista relativamente ao feedback que este texto vai ter, e o Pedro vai abanar a cabeça em descontentamento e em descrédito pela minha pessoa), não se iludam, não vão encontrar aqui nada digno do Rock in Rio ou até mesmo do Super Bock Super Rock, não figuram no cartaz, bandas cujo trabalho é
reconhecido por crianças com pouco mais de cinco anos e os respectivos acompanhantes que dão pelo nome de cotas, nem tão pouco ecoa nos ouvidos do espectador o sonóro queixume de guitarras sofrêgas com um exagerado volume de distorção destinado a compensar pela falta de criatividade musical (pelo menos, com excepção dos Tool e Alice In Chains, para estes a minha vénia).
Indo directo ao assunto, temos por cá: dia 29 de julho, o equilibrio e o revitalizar do Neo Prog para o novo século, levados pela voz de Christina Booth, Magenta (a referência é Genesis e Marillion); dia 11 de Agosto, o vento resfrecante de Outubro e a voz fabulosa de Heather Findlay com Mostly Autumn (inspirados em Pink Floyd e Fairport Convention); e para o fim, o orgulho Sueco (não é a selecção de futebol, de certeza), Paatos (encontem vocês a referência), dia 9 de Setembro (dia 8 é em Lisboa no Santiago Alquimista).
Prosseguindo, congratulo os responsáveis e faço o apelo aos fans de música, da boa música, que espreitem a bonita ciadade de Vizela.

É verdade pessoal, neste verão é esta pequena cidade minhota, parte do triângulo: Guimarães, Felgueiras, Vizela; que tomou de iniciativa trazer a Portugal algumas das mais aclamadas bandas do circuito underground de rock progressivo. Para quem olha com desconfiança para este post (o Zica deve estar a esboçar um sorriso trocista relativamente ao feedback que este texto vai ter, e o Pedro vai abanar a cabeça em descontentamento e em descrédito pela minha pessoa), não se iludam, não vão encontrar aqui nada digno do Rock in Rio ou até mesmo do Super Bock Super Rock, não figuram no cartaz, bandas cujo trabalho é
reconhecido por crianças com pouco mais de cinco anos e os respectivos acompanhantes que dão pelo nome de cotas, nem tão pouco ecoa nos ouvidos do espectador o sonóro queixume de guitarras sofrêgas com um exagerado volume de distorção destinado a compensar pela falta de criatividade musical (pelo menos, com excepção dos Tool e Alice In Chains, para estes a minha vénia).Indo directo ao assunto, temos por cá: dia 29 de julho, o equilibrio e o revitalizar do Neo Prog para o novo século, levados pela voz de Christina Booth, Magenta (a referência é Genesis e Marillion); dia 11 de Agosto, o vento resfrecante de Outubro e a voz fabulosa de Heather Findlay com Mostly Autumn (inspirados em Pink Floyd e Fairport Convention); e para o fim, o orgulho Sueco (não é a selecção de futebol, de certeza), Paatos (encontem vocês a referência), dia 9 de Setembro (dia 8 é em Lisboa no Santiago Alquimista).
Prosseguindo, congratulo os responsáveis e faço o apelo aos fans de música, da boa música, que espreitem a bonita ciadade de Vizela.

domingo, junho 18, 2006
Vício ainda-mais-que-perfeito a dobrar.

Para quê uma loira de olhos azuis quando podemos ter duas bem melhores?
E isto vem provar que os decotes redondos em peitos voluptuosos também assentam muito bem, o que importa mesmo é a composição humana.
Teorias de moda deixo para os outros, eu gosto mesmo é de apreciar a mulher no seu todo.
Um vício mais-que-perfeito...
sexta-feira, junho 09, 2006
E dizem que as mulheres não participam no Mundial.
Fica aqui uma sugestão para os intrevalos dos jogos do Mundial de futebol.
Com este jogo vão de certeza ter seleções favoritas que não a seleção portuguesa.
Com este jogo vão de certeza ter seleções favoritas que não a seleção portuguesa.
segunda-feira, junho 05, 2006
Na senda do pleno atrofio: VPT Team volta a fazer das suas!
Aqui está a reencarnação meia-"Power Ranger" de um herói muito conhecido e apreciado, que teve direito a dois filmes recentemente. Tenham medo, muito medo, das criações artísticas de um povo conhecido por apreciar olfactivamente cuecas de adolescentes. E o pior é que existem canais de TV em Portugal que provavelmente pegariam nesta porcaria...
quarta-feira, maio 31, 2006
It's a Kind of Magic...
Indiscutivelmente, uma das maiores bandas de todos os tempos, os Queen fizeram-me muitas vezes querer ter nascido dez anos mais cedo. Lembro-me muito bem de, já lá devem ir mais de 12 anos, ter recebido o meu primeiro leitor de CDs, um Discman da Sony, e menos de uma semana depois ter comprado a edição dourada "Greatest Hits I & II" dos Queen. A história, eu já a sabia, o dono daquela voz arrepiante morrera, e eu nunca o ia poder ouvir ao vivo, e se o quisesse conhecer melhor teria que procurar o seu legado. A música que eu reconhecia melhor era a Radio Ga-Ga, de recordações não da juventude, mas mesmo da infância (o videoclip, a preto e branco, com imagens do filme Metropolis). De tempos a tempos deixo-me divagar ao som destes músicos fantásticos e desta voz mais-que-perfeita. It's a kind of magic, um dos seus maiores êxitos, é a frase que resume na perfeição um mito que teima em não morrer nos nossos corações e nos ouvidos de todas as pessoas que alguma vez tiveram a verdadeira honra de ouvir alguns dos melhores trabalhos desta banda.O meu trabalho neste blog ficaria incompleto se não dedicasse um curto e humilde post aos Queen. Aqui, um breve apontamento sobre a banda. Devo-vos desculpas por um post muito mal escrito, mas emotivo e verdadeiro.
terça-feira, maio 30, 2006
Country road take me home to the place i belong...
Ser indeciso pode ser um vício do qual não temos escapatória possível numa vida feita de hábitos embutidos numa personalidade.
Escrever é outro vício que não parece ter fim na minha vida.
Por tal regra cabal voltei à casa mãe...
Escrever é outro vício que não parece ter fim na minha vida.
Por tal regra cabal voltei à casa mãe...
domingo, maio 21, 2006
A música que a Igreja Católica condenou, e eles nem são muçulmanos.
Venham ver, venham ver, os famosos, os formidáveis, os únicos cantores transgénicos clonados em latas de refrigerante de Bombaim.
Esqueçam os Pandas pára-quedistas, não liguem ao Tigre de Bengala que faz sapateado, nem liguem à cobra Naja-Real que joga hóquei de mesa, nada melhor que estes cantores e a sua música revigorante.
Olha a flor, olha a flor, esta música no Zee Tv é um amor, apita o bicho de borracha, brilha a bijutaria mamar racha, vejam os senhores de turbante numa performance de constante bom gosto que matrapilhos engenhosos, vejam o som da MiTV Punjabi Bangalampur.
Curtam o som com o patrocínio do VPT - Vícios Perfeitos Team.
Esqueçam os Pandas pára-quedistas, não liguem ao Tigre de Bengala que faz sapateado, nem liguem à cobra Naja-Real que joga hóquei de mesa, nada melhor que estes cantores e a sua música revigorante.
Olha a flor, olha a flor, esta música no Zee Tv é um amor, apita o bicho de borracha, brilha a bijutaria mamar racha, vejam os senhores de turbante numa performance de constante bom gosto que matrapilhos engenhosos, vejam o som da MiTV Punjabi Bangalampur.
Curtam o som com o patrocínio do VPT - Vícios Perfeitos Team.
Let's look at the movies...

Acabei de ver mais um filme espanhol, e gostei uma vez mais de todo o ambiente do filme.
Não é uma obra-prima, nem conheço nenhum filme espanhol que o seja, não sei porquê mas a pronúncia espanhola causa-me alguma confusão.
Não é um filme do Almodôvar para variar, e para variar este filme é escrito e realizado por uma realizadora de seu nome Iciar Bollain.
É um bom filme, não prima pela excelência, mas tem detalhes de grande classe cinematográfica, com grandes representações e é um filme que nos toca na consciência nem que seja até dizermos alguma asneira.
Bons actores, bom argumento, um bom filme que vale a pena ver.
Um filme que ganhou 36 prémios em várias nomeações, tendo o seu momento mais alto ao arrebatar quase todos os prémios Goya.
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