
Evangeline Lilly, que homem vil não se perdia nos olhos desta mulher? Façam um favor a vós mesmos e cliquem sobre a imagem. A propósito, Lost, a série, um vício perfeito enquanto vou vendo a primeira temporada.
O blog onde a demência e escolha juntam-se no coito do intelecto para direccionar as vossas mentes para os vícios perfeitos. Um blog da responsabilidade dos discípulos dos grandes mestres da doçaria tradicional, e do Ramiro dos tectos falsos.








reconhecido por crianças com pouco mais de cinco anos e os respectivos acompanhantes que dão pelo nome de cotas, nem tão pouco ecoa nos ouvidos do espectador o sonóro queixume de guitarras sofrêgas com um exagerado volume de distorção destinado a compensar pela falta de criatividade musical (pelo menos, com excepção dos Tool e Alice In Chains, para estes a minha vénia).

Indiscutivelmente, uma das maiores bandas de todos os tempos, os Queen fizeram-me muitas vezes querer ter nascido dez anos mais cedo. Lembro-me muito bem de, já lá devem ir mais de 12 anos, ter recebido o meu primeiro leitor de CDs, um Discman da Sony, e menos de uma semana depois ter comprado a edição dourada "Greatest Hits I & II" dos Queen. A história, eu já a sabia, o dono daquela voz arrepiante morrera, e eu nunca o ia poder ouvir ao vivo, e se o quisesse conhecer melhor teria que procurar o seu legado. A música que eu reconhecia melhor era a Radio Ga-Ga, de recordações não da juventude, mas mesmo da infância (o videoclip, a preto e branco, com imagens do filme Metropolis). De tempos a tempos deixo-me divagar ao som destes músicos fantásticos e desta voz mais-que-perfeita. It's a kind of magic, um dos seus maiores êxitos, é a frase que resume na perfeição um mito que teima em não morrer nos nossos corações e nos ouvidos de todas as pessoas que alguma vez tiveram a verdadeira honra de ouvir alguns dos melhores trabalhos desta banda.