segunda-feira, janeiro 26, 2009

Damos as boas-vindas...

Numa homenagem ao nosso distinto membro Malamen, o Vícios Perfeitos dá as boas-vindas ao Ano Novo Chinês, porque este ano é o Ano do Boi.


Eh Boi!

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Vício em equipa

Em 1996, o jogo Quake recebeu uma modificação não-oficial e gratuita, feita por carolice por alguns fãs do jogo (Robin Walker, John Cook e Ian Caughley) que procuravam uma componente multijogador para esse grande jogo - para ser jogado em rede local ou via internet, de modo competitivo e equilibrado. Esta modificação, chamada Team Fortress, assentava em batalhas entre duas equipas, com pequenas variações entre si, em que cada interveniente podia escolher uma classe de combatente, cada uma com pontos fortes e menos fortes. Esta mod teve diversas iterações, sendo uma das mais famosas o Team Fortress Classic, transposição da original para o jogo Half-Life.

Em 2007, os criadores de Half-Life e respectivas sequelas - Valve, na qual se inseriram Robin Walker e John Cook, dois dos criadores da mod original - lançaram a segunda versão da popular mod, que evoluíra já para um patamar de reconhecimento unânime entre os jogadores online, como um jogo independente. Baseado no motor de jogo de Half-Life 2, dotado de um look cartoonesco e preparado para receber inúmeras actualizações e atenção de uma equipa de programadores profissionais. Nasceu assim um vício chamado Team Fortress 2. Este jogo recebeu vários prémios devido à direcção artística empregue, gráficos polidos, equilíbrio de jogo e pormenores cómicos.


No jogo, pertencemos a uma de duas equipas, RED ou BLU (não há aqui erros, são duas siglas), e escolhemos uma classe de jogador, entre nove possíveis. As classes que podemos escolher são:

Scout, mais rápido do que os outros personagens, capaz de saltar duas vezes, mas com pouca resistência física, está armado com uma shotgun, uma pistola e um taco de baseball. Todas as personagens têm pelo menos três armas, sendo uma delas de proximidade e causando dano físico.



Soldier, mais durável mas também mais lento, está armado com uma bazooka, que inclusivamente lhe permite, a custo de alguma saúde, saltar numa explosão, as suas restantes armas são uma shotgun igual à do Scout e uma pá de metal.



Pyro, vestido com um fato supostamente à prova de fogo e com uma máscara que lhe abafa a voz, está armado com um lança-chamas, cuja particularidade é a de funcionar também como compressor de ar, podendo afastar de si inimigos ou devolver explosivos à procedência - o que é muito engraçado mas também muito difícil de conseguir fazer!



Demoman, armado com uma profusão de explosivos e uma garrafa que parte na cabeça dos inimigos, é uma classe com que pessoalmente não gosto de jogar. Sai-se melhor em tarefas defensivas, e pelos vistos requer uma boa dose de treino para ser uma classe eficaz.



Heavy, o personagem mais lento e com melhor resistência física, é um autêntico tanque de combate, armado com uma minigun, uma shotgun e... os seus punhos! Muito utilizado para tarefas atacantes e defensivas, combina bem com qualquer outro personagem que o apoie.



Engineer, uma das minhas classes favoritas. O seu papel no combate é o de construir estações portáteis com munições e curativos para os companheiros de equipa, bem como armas estacionárias, que pode ir melhorando com reservas de metal que encontre no campo de batalha. As suas armas são diferentes das convencionais, por dispôr dos materiais necessários às construções. Por experiência, concluo que um Engineer bem posicionado no campo pode ser de maior valor do que um Heavy a defender.



Medic, uma classe que quase sempre funciona como apoio aos Heavy, tem o papel de curar os companheiros, embora possa também atacar com uma pistola de seringas e uma serra de ossos. Pode adquirir a capacidade de, por um período limitado de tempo, conferir invencibilidade a um companheiro de equipa, desde que se consiga manter sempre a curta distância.



Sniper, como o nome indica, é um bom personagem para jogadores pacientes, funcionando bem em situações defensivas. Além da inevitável sniper rifle, cujo tiro é tanto mais forte quanto mais tempo a mira de longo alcance estiver activada, este personagem possui uma metrelhadora uzi e uma catana (?).



Finalmente, Spy. Um personagem que se pode disfarçar como um inimigo, pode activar um modo de invisibilidade, e que pode ainda colocar inibidores nas construções dos Engineers adversários. Todavia, todas estas habilidades são limitadas no seu uso, pelo que jogar como Spy implica muitas cautelas. O vídeo é o possível...



Haverá muito mais por dizer sobre este grande jogo, mas não quero maçar os leitores. Gosto de escrever um pouco sobre os jogos, e este em particular é tão "bem disposto" que vale a pena partilhar os vídeos sobre os personagens. Há mais algumas coisas para descobrir no Youtube, e muitas mais no jogo em si.


Bons jogos!

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Morangos Silvestres

"Um dos grandes filmes do nosso tempo" escreveu o New York Post, Ingmar Bergman no seu melhor, brilhantes interpretações e um enredo sublime fazem um dos mais belos filmes sobre a vida e a velhice de que há memória.

No dia que vai receber um prémio, o Professor Isak Borg acorda perturbado pelo sonho da sua própria morte. A caminho da universidade, a nora Marianne, que o leva de carro, critica-o pela sua frieza, levando-o a examinar a sua existência.
Parando na casa onde viveu a sua infância, Isak recorda-se de ser rejeitado pela bela Sara. Pouco mais tarde, dão boleia a uma rapariga cujo aspecto e atitude lhe faz lembrar Sara. Depois, quando se vêem envolvidos num acidente, oferecem transporte ao casal que viajava no outro carro. Mas eles discutem, o que leva Marianne a pedir-lhes para sair.
Na paz que se segue, o velho médico sonha outra vez, desta vez com um exame médico a que não compareceu. Ao acordar, param para visitar a mãe, cuja frieza para com ele choca Marianne. Depois de ser agraciado na universidade, Isak faz a primeira tentativa para quebrar a concha de frieza que contruíra à sua volta.

Comprei um pack de 6 filmes de Bergman, mais ou menos por esta altura o ano passado, sem conhecer quase nada do realizador. Assaltou-me a ideia de que não iria compreender os filmes, que os ia achar maçudos e aborrecidos, mas tudo isso caiu por terra quando vi "A Fonte da Virgem". Vi nas obras deste realizador grande densidade emocional das personagens, uma realização fluída e creativa, vi em Bergman grandes planos cheios de vida.



quinta-feira, dezembro 25, 2008

Pelo Natal...

Há sempre um vício que acompanha muitos de nós nesta quadra. Coincidência ou não, é um vício perfeito!


Quem não gosta de uns deliciosos Ferrero Rocher?

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Sonhadores

Não consigo tirar este filme da cabeça que, curiosamente, nem gostei assim tanto quando o vi. Pareceu-me no imediato algo incoerente, com muita intenção e pouca entrega. É um daqueles filmes que provoca o espectador e desafia-o a inverter a lógica cinemática, a transformar ideias em motivações. É uma provação pessoal assistir às relações de amor-ódio entre os irmãos e o seu amigo, quando até a personagem de Michael Pitt diz que o cineasta é uma espécie de voyeur, que pela câmara se vêem coisas que não devem ser vistas, definindo para mim a ideia paradigmática do filme. Apostando num elenco com mais talento que experiência, Bertolucci consegue mais uma peça de grande impacto artístico, em que se destaca Eva Green na sua beleza "indecente" (não consigo tirar esta mulher da cabeça). Um filme que se tornou num vício.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Um vício muito saboroso...


Como eu adoro uma boa margarita...bem fresquinha e cheia de sal...

sábado, novembro 29, 2008

Football Manager 2009



Um enorme vício, desde os primeiros elifoots, desde of primeiros managers jogados na Spectrum, pois é posso dizer com um patético orgulho que desde sempre fui um grande fã de simuladores de gestão futebolística.
A partir do Football Manager 2005 deixei de prestar tanta atenção ao Championship Manager, e dai até hoje, até chegarmos ao Football Manager 2009, tenho sido um fiel fã, seguidor, e viciado neste jogo. Adorado por muitos, incompreendido por muitos, mas no fundo uma obra prima para aqueles que dele retiram horas de sonhos e imaginação, onde deixamos de ser reclusos da nossa vida e damos largas ao sonho de ter uma das profissões mais desejadas por quem sabe viver o futebol, poder treinar a nossa equipa, ou qualquer outra e leva-la ao topo.

Tenho de admitir que desde 2005, este Football Manager 2009 foi dos que mais me desiludiu em termos de inovação, e pelos vistos como qualquer popular produto tecnológico a pressa foi tanta que vem carregadinho de bugs, o que corta um bocado a diversão em certos pontos.

Seja como for quando o comecei a jogar dei por mim a cantarolar uma canção criada no momento, com o ritmo da música Lithium dos Nirvana, feliz e contente a jogar FM cantava eu :

I'm so happy
cus today i played fm
and i'll play it again

i'm so happy
it was downloaded from a friend
so more money to spend

I'm so happy. Cause today I played fm.
It's in my head.
And now i can't blink
At least it's what i think.

E pode ser que acabe esta música quando me livrar dos bugs do novo FM e poder começar a jogar a todo o gás, para alguns é um jogo sem brilho, para outros um novo estado da mente, um verdadeiro nirvana, onde conseguimos relaxar e desligar do resto do mundo. Para quem quiser definir mais poeticamente, é uma cura que rápido se torna em doença, daquelas como a papeira que nos levam a comer gelados, uma doença que leva a um pequeno, ou grande, prazer.

Os anos 80

Uma década de vícios e pérolas como esta. Sugiro mais posts com êxitos destes anos dourados da foleirada, que me animam em todas as noitadas no "Plateau"!

terça-feira, novembro 25, 2008

O nexo de causalidade entre o vício e a saudade é muito ténue...

Vício Perfeito e muita saudade...

domingo, novembro 09, 2008

Um vício registado para a posteridade

Bom, o meu telemóvel grava os vídeos de tal maneira que eu não os consigo editar no Windows Movie Maker, por isso, mesmo assim em bruto, deixo-vos com o primeiríssimo Videocast do Vícios Perfeitos.

Neste primeiro episódio, Miguel partilha a sua opinião a respeito da cerveja espanhola San Miguel, em lugar incerto de Arruda dos Vinhos. Não nos responsabilizamos por quaisquer danos causados na esfera pessoal do indivíduo em questão, que autorizou tacitamente a publicação.

(o vídeo foi removido, decorrido que está o tempo suficiente para poder ser visualizado através de uma ligação à internet de 14.4kbps no Congo)

Aproveito ainda para deixar o desafio para próximos Videocasts. A condições é que os vídeos postados para esse fim têm que ser conteúdo original e inédito, e a qualidade deve ser minimamente aceitável para poder ser visível e compreensível por todos.

Ainda tenho outros vídeos e fotos desta ida a Arruda dos Vinhos.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Um pedido de ajuda para recuperar a velha infância.

Como o Luís parece agora o Mogul da pirataria animada, venho por este meio, pedir encarecidamente que o Luís me ajuda a resgatar três preciosidades da minha infância, quatro dos melhores desenhos animados que já vi.

Visionaries :



Galaxy Rangers :



Defenders of the Earth :



Bravestarr :

Para o Gonçalo...

Ainda não tenho a série toda dos Thundercats, mas quando arranjar podes contar com ela. Até lá fica a intro que é um daqueles hinos dos 80s...



E como também falaste no He-Man... acho-lhe mais piada que ao Paul Rodgers:

quarta-feira, novembro 05, 2008

Recordar...

Uma palavra que tantas alegrias nos deu!



"galhardamente"


De que outras se lembram?

segunda-feira, novembro 03, 2008

El Futbol Magico

Porque o Futebol para mim é um grande vício, que se consome, respira e vive com paixão, decidi mostrar a minha admiração pelo golo 5000 do Benfica, um golo único, não apenas por ser o golo 5000 de um clube histórico como o Benfica, mas por ter sido capaz de me fazer acreditar que o Futebol Português ainda tem momentos de futebol de génio.

http://www.youtube.com/watch?v=gnY8LUq-1Do

O merdas do Youtube não deixou incorporar o video no blog, mas vão lá ver vezes sem conta, porque vale a pena. Eu quando vi o golo, desde a recuperação posicional em campo da equipa do Benfica até ser lançado o contra ataque com um toque magistral do Aimar, não só pelo gesto técnico, mas também pelo tempo imposto no lance, pela descoberta do espaço certo, a força certa, todo o trabalho mental e brilhantismo na execução, e na sequência uma verdadeira cavalgada do Suazo, onde rapidez destreza e força foram impostas com classe e frieza, porque correr com a bola é muito mais complicado do que correr sem ela, e a condução de bola do Suazo aquela velocidade é genial, acabando no fim com um remate muito bem colocado.

São golos assim, diferentes daqueles golos à mijinha como se vê noutros jogos da liga, que me fazem acreditar um bocadinho mais no fraco futebol português, porque um golo destes mais parece de uma Liga Espanhola, Italiana, mesmo Inglesa, pela classe, pela mestria e brilhantismo como é executada.

Futebol assim é um vício dos diabos...

sexta-feira, outubro 31, 2008

O vício mais recente


Os frequentadores aqui do tasco sabem bem que sou um fervoroso adepto dos videojogos. O meu mais recente vício é um regalo para os sentidos, e estou certo de que aqueles de vós que o puderem experimentar vão achá-lo um definitivo passo em frente. O jogo chama-se Crysis, vem da rapaziada da Crytek - empresa alemã que produziu o excelente Far Cry e a sequela ao que consta muito fraquinha Far Cry 2 - e é uma experiência enriquecedora que ainda não consegui desvendar totalmente.

A história é um pequeno cliché: na pele de um soldado americano com o nome de código Nomad, estamos integrado numa força especial de assalto e reconhecimento cujos membros estão equipados com tecnologia de combate vanguardista, que é enviada para uma ilha tropical. A missão é investigar as actividades do exército coreano, que ocupou a ilha após uma missão arqueológica ter desvendado aquilo que se pensa ser um achado revolucionário. Daqui partimos para paisagens luxuosas e luxuriantes.



Andei bastante afastado do que se tem feito em termos de jogos nos últimos tempos, mas o meu primeiro contacto com este admirável mundo novo foi de cortar a respiração. Tudo é orgânico, tudo se mexe, todas as construções se desmoronam, toda a areia é remexida com tiros, todos os corpos têm volume e implicam que nos desviemos deles se forem pesados ou que os vejamos cair lentamente se forem leves. Os gráficos são assombrosamente detalhados e oscilam entre ambientes de selva densa e cerrada e praias abertas e frescas. E chegam a roçar o credivelmente real.



O som cumpre com uma banda sonora dentro do exigível, mas sem surpreender. Além do aspecto visual e da física, o que surpreende neste jogo é ainda a atenção ao pormenor e a estrutura aberta dos pequenos objectivos com que nos deparamos. A jogabilidade presenteia-nos com um fato de combate de última tecnologia, com quatro modos principais: Armor, Speed, Strength e Cloak Mode. O modo Armor permite-nos recuperar rapidamente de ferimentos e suster uma grande quantidade de dano directo, bem como sobreviver a quedas, a explosões e outros "miminhos". No modo Speed, podemos correr mais depressa e usar mesmo um sprint digno de um Usain Bolt - útil para fugir rapidamente de um local, mas muito limitado, uma vez que três segundos de sprint não dão para muito. Strength dá-nos força sobrehumana. A utilidade principal é no combate corpo-a-corpo, pois neste modo podemos agarrar em inimigos e lançá-los... a muitos metros de distância! Outra particularidade neste modo é o facto de podermos saltar muito alto, assim ao estilo de um Predador, e é especialmente útil em termos tácticos quando estamos numa zona de casas ou armazéns. Finalmente, o Cloak Mode, também muito limitado na sua utilização, garante-nos invisibilidade por um período de tempo, que diminui drasticamente se estivermos em movimento. Qualquer tiro disparado neste modo depleta por completo a energia do fato, com a consequência de revertermos ao modo Armor.



O conjunto destes modos permite, portanto, vários estilos de combate para cada jogador. Podemos escolher ficar invisíveis durante algum tempo, aproveitando para escapar assim que os inimigos se distraírem. Podemos saltar para o topo de um penedo e rebentar uma granada no solo. Podemos entrar em combate directo com uma das muitas armas disponíveis.



Por falar em armas, são muitas e altamente personalizáveis: podemos juntar apêndices tácticos para escolher o tipo de disparo, lanternas, miras telescópicas, ponteiros laser, sensores de movimento... Enfim, outro ponto em que o jogo está muito bem implementado.

Termino a falar dos pequenos pormenores. Imaginem o que é ver um soldado coreano a correr na vossa direcção e a tropeçar no corpo de um companheiro. A TROPEÇAR! Escusado será dizer que eu já sabia que era divertido lançar objectos contra os inimigos em modo Strength, mas quando vi isso a acontecer rendi-me. Em definitivo. Um grande jogo que aqui está, um grande vício mesmo!

Para a saudade

Apanhei no tracker nacional de torrents (aquele que já não é o Btuga) e num internacional dois desenhos que me lembram de horas passadas em frente à TV depois da escola.

O primeiro chamava-se em português: Saber Rider e os Cavaleiros das Estrelas.



E o segundo: Os Centuriões.

Ando a ouvir...


...KASABIAN. Aconselho vivamente.

quarta-feira, outubro 29, 2008

Ressuscitar os mortos.

Impulsionado pelo gesto do Gonçalo, tomei a decisão de começar a escrever mais no Não Querem ouvir, mas partilhar com este blog, o Vícios Perfeitos, algumas coisas boas da vida. Musica, livros, filmes, convívio com amigos e respectivas experiência, eventos que podemos ir, sugestões de actividades, etc.

Faço gosto que os outros que aqui já escreveram ou podem escrever, façam o mesmo, de vez em quando não custa nada. Vamos fazer disto uma espécie de boletim informativo, do que se vai fazendo, coisas pequenas, aconselhar um livro, requisitar um livro para emprestar, um dvd, um cd de música, jogos, anunciar um evento, coisas do género, fazer disto uma espécie de clube para todos partilharem ideias em conjunto. Para abardinar, comunicar, o que for preciso, em conjunto. Como se fosse a tasquinha cibernautica onde se para ao fim do dia para deixar um bitaite e beber um pouco dos vícios dos outros.

Eu pelo menos vou impulsionar um pouco este blog que é uma pena terem desistido dele.

O vício mais perfeito...

Sei que estas imagens vos deixam muita saudade e que o desejo de voltar a viver estes tempos e os tempos de faculdade, por muito difíceis que tenham sido, arde cá dentro e, muitas vezes, a nostalgia é tanta que, sem controlarmos, deixamos cair uma lágrima, que se escapa no meio de tanta emoção... Mas, não venho aqui para vos fazer chorar nem nada que se pareça... Venho aqui falar um pouco de convívio, de convívio meus amigos... Sei que todos trabalhamos (ou tentamos, visto que, agora, até nos despedem porque queremos trabalhar) e que andamos atarefadíssimos, e que temos os nossos processos, e as diligências, e os clientes, e tudo... E que o sentido de responsabilidade amadureceu e é grande... Óptimo!! Tudo excelente... Contudo, e este é o lado da balança que me parece que mais pesa, os amigos de faculdade ficaram e o desejo de estarmos juntos anda dentro de todos nós (espero eu!), e se todos fizermos um esforcinho - já nem digo um esforço, mas um esforcinho - e em vez de irmos para casa às 19h ou às 20h, irmos às 21h ou às 22h, acho que não custa e a nossa amizade sai a ganhar...
Porque, quando há convívio... Bom, as imagens ajudam as recordações a falar melhor que eu...



Abraços com saudade!!

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Teremos viciado mais alguns?...

No passado sábado, pelas 00h40m, na Real República de Coimbra, no Parque das Nações, em Lisboa, os PLAGUITA abriam mais um concerto, desta vez com "The house of the rising sun", dos Animals, mas numa versão mais arrojada e rockeira... Na companhia de Zica e sua esposa Bia, Pedro, Miguel e David, a minha esposa Catarina e eu, levámos PLAGUITA até aos ouvidos desta nossa companhia, a fim de que eles também se deixassem envolver pelo espírito e harmonia que caracterizam a mística de PLAGUITA! Seguir PLAGUITA para todo o lado é muito mais do que seguir uma qualquer banda pela estrada fora... Pois que, PLAGUITA (ou MONEY MAKERS, o seu projecto de originais) não é uma banda qualquer... A técnica do baterista, aliada à precisão do forte baixo, com a embelezura da guitarra do engenhiro, a acompanhar a voz de Vitó, torna PLAGUITA num vício para o ouvido... Musicalmente superiores, os PLAGUITA captam a atenção de qualquer um! E espero que os ouvidos desta companhia tenham apreciado a bela música de PLAGUITA!


Aqui PLAGUITA...


Aqui MONEY MAKERS...

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