terça-feira, fevereiro 27, 2007

A música que me faz.




Gosto de música portuguesa, não posso dizer que gosto de muita música portuguesa, e da que gosto não fujo muito à regra.

Posso mencionar bandas como Xutos, Pluto, Ornatos, posso referir Jorge Palma, Sérgio Godinho, António Variações, José Mário Branco, e talvez mais um ou dois nomes perdidos entre uma ou outra música.

De qualquer modo, não podia mencionar todos os meus gostos ao nível de música portuguesa sem mencionar o grande Zeca Afonso. Talvez seja Zeca Afonso, de todos os mencionados, aquele que em mim mais inspira a imagem de um verde prado, e eu deitado ao lado de um gira-discos a ouvir as músicas que me embalam em sonhos de sorriso aberto.

Deixo-vos aqui uma música para fazerem o download, e ouvirem se quiserem.


sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Tão natural como a minha sede.




E porque a água é um bem essencial da vida, eu quero as duas águas das fotos engarrafadas para levar se faz favor.
Deu-me uma sede escrever este post.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Primeiro desafio do Vicios Perfeitos.

Venho aqui lançar um desafio neste blog. Desafio que um dos caros leitores ou escribas deste blog mande ou faça um post neste blog, onde esteja numa foto com uma verdadeira Milf.
Não importa que tipo de Milf, desde que seja Milf, espero que todos tenham a excelente noção do que é uma verdadeira Milf, por isso não mandem uma foto vossa com a tia ou a avó já na casa dos 60.
O primeiro a meter aqui uma foto sua com uma Milf, ou o primeiro leitor a enviar uma foto sua com uma Milf, fica sujeito a ganhar um prémio, no caso de termos mais que uma foto a concorrer, será votado por júri a designar qual a melhor foto.
Fica lançado o desafio. Qualquer pergunta por favor deixar na caixa de comentário. Participem, tenho a sensação que vai valer a pena.

Sr. Major

Muse...um vício perfeito


Primeiro que tudo, há-que referir que sou um viciado em música, não sei se boa ou má música, mas da que eu gosto ( como aliás toda a gente ). Durante anos, andei á procura de uma banda que me enchesse as medidas, e apesar de ser viciado em Queen havia sempre uma música ou outra que não me soava bem, ou achava que certas partes de músicas que adoro eram escusadas ( por exemplo, Radio Ga Ga é uma música que detesto, e a Now I'm Here começa muito bem mas depois há qualquer coisa ali a meio que estraga ).

Mas por volta de 2004, um amigo meu, fá de música " british ", começou a enviar-me uns mp3 de Muse...uma banda que ele dizia que era fantástica. Na altura, só conhecia a Plug In Baby e soava-me bem no ouvido, mas como só tinha ouvido uma ou duas vezes nem ligava muito. Mas assim como quem não quer a coisa fui passando a ouvir aquilo...até que em Junho de 2004 os vi ao vivo no SuperRock SuperBock...e tudo mudou!

É uma banda simplesmente perfeita, é uma empatia total que tenho com aquele som, tudo me parece ideal, o baixo a pautar o ritmo, a bateria a acompanhar e a guitarra solta e livre para dar largas aos nossos sonhos!

Matthew Bellamy na guitarra, Chris Wostenholme no baixo e Dominic Howard na bateria: são só precisos três músicos para fazerem música fantástica.

O seu primeiro álbum, Showbiz, é como que um álbum experimental, um pouco diferente de tudo o resto o que havia na altura, por volta de 1999 ( há quem diga que foram buscar inspiração aos Radiohead, se bem que eu discorde, apesar de haverem algumas parecenças, mas muito ténues ). É música um pouco alternativa, não muito receptiva ao ouvinte que só quer ouvir música por ouvir, mas de uma qualidade impressionante...logo que se apanha o gosto não se quer outra coisa! Destacaria como as faixas mais marcantes daquele álbum, a Muscle Museum, a Uno, a Showbiz, e a Cave ( esta ao vivo, meus meninos... ).

Por volta de 2001 surge o segundo álbum, Origin of Symmetry, que só vem confirmar o que de bom foi dito do primeiro, mas vem acrescentar muito, mas mesmo muito mais génio ao trabalho dos Muse. Na minha opinião, até agora, esta é a obra prima deles. Com efeito, há uma série de músicas que são geniais, isso mesmo, geniais! Primeiro porque a voz do Matt Bellamy é inconfundível, ao mesmo tempo cheia de dor e intensa, desfiando tudo e todos; a guitarra, também tocada por ele, é de uma mestria espectacular, só ao alcance dos predestinados, com uma criatividade absoluta; o baixo é simplesmente perfeito, nunca vi uma banda com um baixo tão marcante ( para mim apenas John Deacon dos Queen talvez consiga ultrapassar o Chris ); e a bateria, não sendo genial, é de um nível muito bom, diria que é muitíssimo eficiente, não se exigindo mais, porque a complementação entre o baixo e a bateria é excelente, o que define as boas bandas. Plug In Baby, New Born, Bliss, Citizen Erased, Micro Cuts, Hyper Music, Space Dementia...são todas excelentes, excelentes, excelentes! E mesmo as outras do resto do álbum são muito boas também.

Depois de tanto sucesso, havia apreensão para ver se os Muse conseguiam manter a bitola, e em 2003, com o lançamento do álbum Absolution, não defraudaram ninguém, muito pelo contrário! Mais um álbum de mestria elevado, onde se destacam Hysteria, Sing For Absolution, The Smallprint, Time Is Running Out...e Butterflies And Hurricanes! Esta música...então se vista ao vivo, é de uma magia impressionante! Tive a sorte de os ver ao vivo no Campo Pequeno, dia 26 de Outubro de 2006, e foi orgásmico! Esta música então...o aspecto visual, o interlúdio no piano ( o Matthew Bellamy também toca piano tão bem como toca guitarra ), é mesmo perfeita a música.

Finalmente, em 2006 lançam o seu último álbum, Black Holes And Revelations, um pouco diferente do que fizeram até agora, mas igualmente fantástico...Supermassive Black Hole é completamente diferente da linha que vinham seguindo ( é uma música mais " psicadélica ", mas uma das minhas preferidas de toda a sua discografia ), e surgem novos " hits ", como a Starlight, Knights of Cydonia, Invincible, etc...

Podia estar aqui a falar dos Muse a noite toda, que só me deitaria lá para as 7 da manhã...é realmente um vício mais que perfeito, é uma banda perfeito, onde todos os acordes se encaixam na perfeição, tudo se complementa, tudo flui com uma harmonia impressionante...deasfio-os a ouvir, a apreciar com paciência, com a mente aberta. Há quem diga que é muito barulhenta: não é, é arte! Os instrumentos ouvem-se todos na perfeição, a música deles tem de ser assim para ser como é. Há quem diga que a voz do Matt é estranha: não é, é diferente e é única!

Oiçam que não se arrependem.

Pensamento

Tendo em conta que os últimos posts deste fórum têm se debruçado para o lado psico-sexual da coisa, vejo-me forçado a deixar um pensamento:
As mulheres são como os telecomandos só funcionam a pancada.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

É que gosto mesmo pah, não há maneira.


E porque certas pessoas dizem que eu só ponho aqui fotos pouco reveladoras, estico-me um pouco mais e abro passos para a ousadia só para voltar a reforçar que as marcas do bronzeado ficam bem em todo o lado mesmo.

Coisas pelas quais sou doido.


Todos poderiam pensar, pois Pedro, lógico que és um grande apreciador de bilhas perfeitas, sendo o machalhão que és, é perfeitamente natural que sejas doido por uma boa bilha como a da Barbara Borges.
Pois bem, tudo o que diriam seria a mais pura das verdades, mas não foi isso que levou-me a meter aqui esta foto, esta foto simboliza algo pela qual eu sou completamente fascinado, as marcas do bronzeado em sitios bem torneadinhos.
Primeiro digo-lhe a si caro leitor que se continua a ler o post, está de modo rabichanado a olhar para onde não devia, muito menos com uma foto daquelas ali em cima, segundo, digam lá que aquelas marquinhas do bronzeado não são uma espécie de chamariz para tudo o resto.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Vieram aqui parar? Estão Perdidos?


Evangeline Lilly, que homem vil não se perdia nos olhos desta mulher? Façam um favor a vós mesmos e cliquem sobre a imagem. A propósito, Lost, a série, um vício perfeito enquanto vou vendo a primeira temporada.

quinta-feira, novembro 02, 2006

Mas atenção! Há uma excepção nesta contenda!

A tanga fica irremediavelmente atrás do fio dental se este último for acompanhado de boxer curtinho, de renda. Aí, meus amigos, nem há contraditório que valha, sentença sem apelo nem agravo a favor do fio dental e que venha a paródia!


Esta foto não mostra na perfeição o que eu quis dizer, mas a bem da vida conjugal de todos os homens que têm máquinas fotográficas digitais e acesso à Internet acho muito bem que não tenha encontrado melhor do que isto para partilhar convosco...

Tanga ou fio dental?

A questão impõe-se. Se eu tiver que escolher, provavelmente vou para a tanga. A diferença entre a tanga e o fio dental (e note-se que fui esclarecido sobre isto por uma mulher que trabalhou numa loja de lingerie) é simples: enquanto que o fio dental tem como parte de trás um filamento perpendicular ao elástico que assenta na anca, a tanga adorna o ponto de contacto com um triângulo de tecido. Posto isto, considero muito mais elegante a tanga do que o simples fio. Excepção feita a uma situação, mas já lá vamos. Para ilustrar a beleza da tanga, uma rapariga que ganhou repetidas vezes votações de "o melhor rabo do Mundo" ou "o melhor rabo da Internet" em sites pouco recomendáveis. Apresento a todos Keyra Agustina, a fazer pender as balanças (e não só) de todo o mundo para as tangas.


A instituição que é a tanga, aqui enformada por um par de calças bem justas e bem brancas, bem transparentes e... bem à sopeira, não é...


Bem, isto é claramente um equívoco porque não elucida nada que interesse especialmente. Não mostra tanga, portanto esta foto é lixo, é escusada. Mas agora já está, já está!


Finalmente, aqui está, em toda a sua glória, uma valente tranc... tanga!

Vício G

Para variar, um vício de roupa desde que envergada por uma mulher de boas formas. Apresentando o famoso g-string, também conhecido entre nós como fio dental. A título de curiosidade, o "outro" fio dental, instrumento de higiene oral recomendado sempre pelos dentistas, começa a ser chamado por essa classe de trabalhadores de fio dentário. Suspeito que já deve ter havido pessoas que, confrontadas com a frase "recomendo que use fio dental", tenham respondido, "eu já uso, Sr. Dr., e o meu marido gosta muito". Ou então "passe um fio dental entre os dentes 3 vezes por semana", cuja resposta poderia ter sido "eu bem queria, mas a minha mulher só usa tanga". Por falar nisso...

...bem, antes fiquem lá com um exemplo, para que percebam do que falo.

domingo, setembro 03, 2006

Vício de leitura


Em edição portuguesa, eis o que tem ocupado os meus tempos mortos, serões, tardes, ou simplesmente momentos em que apeteça ler.

Ainda longe de o terminar, deixo apenas a recomendação a todos quantos se interessam pelo crime organizado (na perspectiva meramente académica, claro). Não posso fazer ainda uma crítica completa, mas adianto que é uma obra bastante completa e abrangente, escrita de um modo fundamentado e inteligente o suficiente para agarrar o leitor. O que, confesso, acho sublime para uma obra que se quer como documento histórico, quase um estudo.

Nota negativa para os gravíssimos erros de tradução, prática infelizmente comum nos dias que correm.

Ando ainda a ler outro livro, que compartilharei brevemente. Até lá, fica esta sugestão.

terça-feira, agosto 22, 2006

BioHazard Love

Um grande vício que tenho, mas que de perfeito não tem nada a não ser a dilaceração da alma em pedaços efémeros de dor.

Esse meu vício é ser um mártir amoroso, como uma estátua de gelo que é beijada por uma harpia com os lábios pejados de um sangue quente e putrefacto.

sábado, julho 22, 2006

Alto dos Vendavais


Depois de acabadas as provas escritas na faculdade deparei-me com alguns dias de férias inesperados. Descobri, perdido pelo quarto, este livro que já fez bastante tempo que o comprei despreocupadamente, talvez pelo ímpeto consumista, ou então para aproveitar uma das famosas promoções da FNAC. Iniciei a leitura com pouco esforço, tendo em conta a minha inclinação para os romances históricos. No verso da moderna edição escreveu-se qualquer coisa como "adaptado ao cinema em 1939", "fantásticas interpretações de Lawrence Olivier e Merle Oberon", "uma das mais belas histórias de amor jamais escritas".
Não sou exactamente um perdido por histórias de amor, o meu campo é mais a tragédia, ainda assim a leitura arrastava-me para altas horas da madrugada e era no limite da minha viseira cansada que pousava o volume na cabeceira. Não digo que seja das obras mais bem escritas que já li, gramaticamente não lhe aponto falhas, a diversidade do vocabulário é característica dos romances do século XIX, a sua riqueza é deslumbrante. O defeito que aponto é na credibilidade do discurso nas personagens, não parece autêntico, a não ser que se entenda a obra como uma peça dramática em que os intérpretes exaltam tudo aquilo que lhes vai no coração. Não é exactamente uma falha técnica, é mais uma nuance no estilo da autora, quando escolhe atribuir discursivamente a maturidade de um adulto educado, a uma criança provinciana ou a mesma eloquência das classes nobres a uma criada.
É deveras uma obra recomendável, pela história que nos prende intensivamente até ao termo das nossas forças, pelas personagens que irradiam deliciosamente a sua personalidade, pelas sugestões ao sobrenatural que conferem um carácter épico ao romance. É um dos tais livros que leva o leitor a visualizar, como se de um filme se tratasse.

sexta-feira, julho 07, 2006

Pinguins got to watch out for those monkey's...




Banda sensacional que tem ocupado maior parte do meu tempo ao nível da música.

Rock Britânico no seu melhor, e enquanto muitos os comparam com outras bandas de sonoridades idênticas, eu digo claramente que na minha opinião estes rapazes têm um som muito próprio.

Podem ouvir aqui uns samples.

segunda-feira, junho 26, 2006

RAMEDOWN A SER LANÇADO EM DVD...

Depois de uma insistência cerrada do trinca bidés do Gonçalo decidi fazer uma fábula em volta de uma noite de Ramedown, o derradeiro jogo de mesa.

Não vos posso explicar as regras senão estou logo a emborcar com um formidável copo de vinhaça frutada, para os leigos sangria, com o teor alcoólico de uma bola de chamas numa gasolineira.

Como já deu para perceber é um jogo que envolve bebida e destreza, assim como por lógica quântica envolve estudantes universitários, os vorazes defensores da boa pinga.

Por associação lógica, ou mesmo por puro hábito empírico, conseguem adivinhar o que acontece após umas boas horas de jogo e uns quantos litros de tão encorpado e charmoso néctar tomba cavalos.

Mesmo que tenham em ideia o que acontece vou relatar os acontecimentos como bom sacana que sou e enxovalhar alguns dos presentes nessa noite de terror e pânico.

Além de agradecer aos anfitriões por nos terem proporcionado um magnífico jantar e excelentes condições para o jogo, além de um curto estágio na mais conceituada taberna local para efeitos de treinos com bola e meia bola de diversas bebidas, quero também enaltecer a coragem de todos os participantes nesse evento eclético e de cariz viril, num verdadeiro atentado à saúde.

Deixo aqui então em vez de uma fábula, a ficha de jogo e um breve relato.

Local: Arruda dos Vinhos (até o nome enaltece o cariz do jogo)

Estádio: Casal do Rijo

Jogadores: Rijaço; Telmitão; Miki; Zé Né; Zé Pedro; Gonçalo; Pedro

Remates à baliza: acima dos 17 litros (impossível precisar)

Percentagem de passes falhados: 8% (desperdiçou-se muito pouco)

Posse de bola: Gonçalo teve pelo menos 40% e o Nélio uns 30% e o resto distribuído.

Faltas: Zé Né dominou neste campo assim como Gonçalo e um ligeiro aparato de Miki

Foras de Jogo: pelo menos uns 5 ou 6 para o Telmo

Cartões Amarelos: Miki acumulou dois cartões e respectivo cartão vermelho, assim como o Zé Pedro e o Gonçalo

Cartões Vermelhos: Por acumulação de amarelos para Miki, Zé Pedro e Gonçalo, cartão vermelho directo para Zé Né com respectivo capotanço.

-Jogo claramente disputado com o controlo do jogo a ser levado pelos homens da casa Rijaço e Telmitão, Pedro jogou seguro e aguentou bem o jogo.

Gonçalo abriu o jogo claramente ao ataque apostado em facturar, pelo que meteu uns golaços de belo efeito.

Miki foi um jogador controlado mas devido ao seu estado depois de uma fase de entradas duras quebrou um pouco no rendimento e deixou-se apagar sem grande aparato.

Zé Pedro foi um jogador que protestou muito durante o jogo tendo sido sancionado por tal motivo, a sua fraca bexiga e incompreensão dos colegas de equipa levou com que este no fim do jogo fosse um jogador em claro sub rendimento ficando com lesões graves e duradouras.

Zé Né foi a estrela da companhia, produzindo um bom jogo sem dar de si, a certa altura deixou levar no individualismo e começou a ficar muito agarrado à bola abusando do consumo desta, a certa altura foi levado a jogar sozinho por táctica da equipa técnica, já fustigado por um jogo intenso, Zé Né perde a cabeça e leva expulsão directa com respectivo KO, estatelando-se no banco de suplentes com um claramente apagado.

Ao fim de contas foi um bom jogo, com pena de terem faltado alguns jogadores habituais por sofrerem de uma patologia a que denominam de coninhas.

Quanto ao resultado, foi um empate para uns, e uma goleada para outros, mas todos saíram satisfeitos com a boa prestação em jogo.

quarta-feira, junho 21, 2006

Estudo de mercado.

Coca-Cola , Fanta ou Seven-Up?